ACREDITO NO AMOR

Saturday, October 31, 2009




PALAVRAS... SÓ PALAVRAS...

Foram só palavras ao vento.
Mas me levaram a tantos pensamentos.

Ó como eu quis acreditar
que você pudesse me amar!
Como pude meu coração entregar sem questionar?

É que nestas coisas de amor não há como se cuidar.
Nos deixamos levar.
Porque o melhor da vida é sonhar...confiar...esperar...
Entregar.

Nem que depois tenhamos uma vida inteira
pra chorar.

sonia delsin

Thursday, October 22, 2009




MÃOS

Que há contigo?
Com tuas mãos?
Deliciosamente elas percorrem meu corpo.
Estou me acostumando com elas.
São tão gostosas.
Sabes exatamente eu gosto de ser tocada.
Foi tão bom te encontrar em minha estrada.
Quero ser sempre a tua amada.

SONIA DELSIN

Friday, November 30, 2007




NOSSOS DESEJOS

Tantos desejos temos.

Muitos são satisfeitos.

Outros não.

Tem desejos que têm defeitos.

Desejamos tantas vezes um fruto proibido.

Desejamos o que não podemos ter.

Mas de desejos e sonhos é feito nosso viver.

Tudo que mais desejo na vida é teu abraço.

É deitar no teu regaço.

Até sumir todo meu cansaço.

Cansaço de te esperar, amado.

Todos temos nossos desejos.

Os nossos são parecidos.

Queremos beijos atrevidos.

Olhares quentes.

Queremos que o tempo corra até o dia do encontro.

E queremos que pare quando este dia chegar.

Queremos ter o nosso tempo de amar...


Sonia Delsin



Wednesday, March 28, 2007




ESTÁS AQUI COMIGO

Estou sentindo tuas mãos.

É...

Elas estão correndo no meu corpo.

Ora apertando, ora andando levemente.

Agora estão caminhando suavemente.

Estou sentindo tua boca.

Atrevida ela chega na minha nuca.

No meu dorso.

Beija o meu pescoço.

Desce lentamente.

Começa e me beijar de forma ardente.

Meus mamilos enrijecem e eu também te beijo.

Agora desce pro meu abdome a tua boca e tuas mãos caminham pelas minhas coxas.

Descem, sobem.

Eu acompanho te acariciando inteiro.

Posso sentir teu cheiro.

Sentir tudo.

Estás aqui comigo.

Quem diz que existe distância quando se ama?

Quem disse não sabe o que é amar.

Não sabe o que é desejar.

Posso sim imaginar.

Sinto tudo e é tão bom...

Deliciosamente bom.

É como se estivéssemos os dois nos transportado.

Beija-me, meu amado.


SONIA MARIA DELSIN

Monday, December 18, 2006















CONTIGO NA CAMA

Sou uma deusa quando teus braços fortes me apertam.

Esqueço o mundo.

Esqueço tudo que me rodeia.

Meu ser incendeia.

Quanto tua boca busca a minha nada mais interessa.

Acaba toda a pressa.

Só desejo que me abrace mais e mais.

Te amar é bom demais.

Me aperte em teus braços.

Me beije, me inflama.

Que delícia estar contigo na cama!

Diga que me ama.

SONIA DELSIN








Thursday, November 30, 2006





















HOMEM PROVOCANTE

Seu olhar me provoca. Mexe comigo.

Ele anda no meu corpo num exame minucioso.

E é tão gostoso.

SONIA DELSIN






















SEU CORPO

Gosto de seu corpo forte.

Gosto de sua costa peluda.

Da sua boca carnuda.

De seus olhos azuis.

Fico olhando.

Imaginando que você está me amando.


SONIA DELSIN

Monday, November 27, 2006





















DEDOS A CORRER

Eles correm no piano.

Correm sobre o pano.

Correm na esperança de encontrar.

Desejam é te tocar.

Meus dedos ficaram com as lembranças de tua barba nascendo.

Dos pêlos do teu peito que viviam aparecendo.

Eles anseiam por sair correndo.

Sim, querem correr no teu corpo.

Na tua pele morena.

Na tua boca pequena.

Meus dedos não conseguem te esquecer.

Eles querem correr.

SONIA DELSIN



















SEIOS

Lindos seios.

No espelho a se observar.

Ela podia se tocar.

Gostava de se olhar.

Bela ainda.

A idade não chegava a lhe incomodar.

Não eram mais os peitinhos pontudos de outros tempos.

Claro.

Mas eram belos seios avantajados.

A mulher os olhava e pensava na vida.

No que foi seu viver.

Seu sofrer.

Os seios imponentes.

Sim, por que não? Imponentes.

Tanta luta.

Os seios dizendo que tudo valia a pena.

Seios... tocando-os com as mãos.

Tão gostosos de sentir.

Tão seus.

Ela os olhava e pensava num homem que os admirara tanto.

Pra que perder tempo com estas lembranças?

Foi abotoando lentamente a blusa.

Ele nunca mais tocaria seus seios.

Nunca mais.

E os seios permaneciam ali com sua beleza. A mesma pele acetinada.

Era a mesma. Sempre a mesma.

Sempre desejando ser amada.

SONIA DELSIN